Dados digitados duas vezes
A mesma viagem cadastrada na operação e de novo no emissor.
Emissor de CT-e
O documento é montado com os dados que já estão no sistema e transmitido à SEFAZ, com status em tempo real e histórico ligado à viagem e ao veículo.
001.283autorizado
001.285transmitindo
O problema
Quando a emissão fica num sistema à parte, cada CT-e exige digitar de novo remetente, destinatário, carga e valores. Cada redigitação é uma chance de rejeição ou de documento errado.
A mesma viagem cadastrada na operação e de novo no emissor.
Um campo errado e o documento volta, atrasando a saída do caminhão.
O CT-e não fica ligado à viagem, ao veículo nem ao contas a receber.
Como funciona
Remetente, destinatário, carga e frete informados uma única vez.
O sistema preenche o documento com os dados da viagem.
Envio direto do sistema, com o retorno do status na hora.
Documento autorizado e DACTE pronto para imprimir ou enviar.
O CT-e entra no histórico do veículo e gera o título a receber.
Funcionalidades
Nada de redigitar: os dados vêm da operação.
Autorizado, rejeitado ou em processamento, visível na tela.
Pronto para imprimir ou mandar ao cliente.
Ajustes feitos pelo próprio sistema, dentro das regras.
Encontre qualquer CT-e pela placa, pela viagem ou pelo cliente.
O valor do frete já vira conta a receber.
O que muda na rotina
| Antes | Com o sistema |
|---|---|
| Digitar a viagem duas vezes | Viagem cadastrada uma vez só |
| Descobrir a rejeição depois | Status da SEFAZ na hora |
| Procurar o XML em pastas | Histórico por placa, viagem ou cliente |
| Lançar o frete no financeiro à mão | Título a receber gerado com o CT-e |
Me conte como funciona a sua operação hoje. Eu respondo com um caminho claro para organizar tudo.
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